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Alci Lúcio Rotta Júnior

2018/2020
Presidente

Resiliência para fazer o Brasil prosperar


Um passo por vez, o ano de 2019 entra para a história como aquele que livrou o Brasil de um dos mais temerosos e sombrios capítulos de sua história. Os resultados para apenas 12 meses de trabalho são surpreendentes e comprovam que a equipe de Jair Bolsonaro não está para brincadeira. Muito ainda falta fazer para recuperar o país que por 30 anos ficou mergulhado entre poucos períodos de euforia e muitos de depressão, mas muito já foi feito.
Não há como negar que o primeiro ano do atual governo foi de enormes conquistas e correções. O novo governo mostra como é gerir com austeridade, eficiência e foco. Embora o passado deva ser colocado de lado, é impossível ignorar as dificuldades que o populismo e a ideologia semearam. No campo econômico e administrativo é comum que as coisas se ajeitem com mais rapidez. Entretanto, no cultural e social a paciência passa a ser determinante para que os ajustes, com base no respeito e na ética, aconteçam da maneira esperada.
A Lava-Jato é uma das operações de combate ao crime mais bem-sucedidas da história. Surgiu da determinação de uns poucos magistrados de tentar derrotar a corrupção que há décadas, senão há centenas de anos, torna o Brasil um país frágil e que dá mais certo na teoria do que na prática. O trabalho heroico de nomes como Sérgio Moro, Deltan Dallagnol e tantos outros merece e é reconhecido pelas pessoas que, com trabalho e seriedade, unem-se na construção de um País melhor.
Mas como se percebe, vencer as amarras do passado, das benesses e das barganhas não é exatamente um exercício simples. A resistência mais dura e corrosiva vem do lugar menos provável, daquele que deveria ser o guardião da Constituição, das leis e, principalmente, do clamor das pessoas de bem que, com trabalho e dinamismo, constroem a nação. O Brasil não pode e não vai abrir mão dos avanços que obteve nos últimos anos, que colocou nomes de peso da política nacional e grandes tubarões dos negócios na cadeia.
Fazer do Brasil um país melhor exige sacrifícios, todavia é injusto que sejam sempre os mesmos que entrem na fila da penitência. Os que estão no andar de cima também precisam dar a sua parcela de colaboração, estadismo e amor à nação. No entanto, esses sentimentos, na sua forma mais pura e essencial, estão distantes da maioria dos barões do poder, como ocorreu em votações recentes que colocaram a Operação Lava-Jato em dificuldades. O fim da prisão em segunda instância, para favorecer criminosos do colarinho branco, foi uma atitude lamentável e que mantém ainda mais sóbrios aqueles que querem e confiam em um Brasil diferente.
O ano de 2020, se pelo lado da economia traz grandes expectativas, vai exigir muito mais das entidades e das pessoas que revestem a alma de verde e de amarelo. Que as realizações de 2019 e o espírito de fraternidade da maior festa cristã da terra nos encha de otimismo, de coragem e de persistência, porque é delas que vamos extrair a resiliência necessária para, um passo por vez, conduzir o Brasil pelas sendas da justiça, honestidade e prosperidade.
Resiliência para fazer o Brasil prosperar


Um passo por vez, o ano de 2019 entra para a história como aquele que livrou o Brasil de um dos mais temerosos e sombrios capítulos de sua história. Os resultados para apenas 12 meses de trabalho são surpreendentes e comprovam que a equipe de Jair Bolsonaro não está para brincadeira. Muito ainda falta fazer para recuperar o país que por 30 anos ficou mergulhado entre poucos períodos de euforia e muitos de depressão, mas muito já foi feito.
Não há como negar que o primeiro ano do atual governo foi de enormes conquistas e correções. O novo governo mostra como é gerir com austeridade, eficiência e foco. Embora o passado deva ser colocado de lado, é impossível ignorar as dificuldades que o populismo e a ideologia semearam. No campo econômico e administrativo é comum que as coisas se ajeitem com mais rapidez. Entretanto, no cultural e social a paciência passa a ser determinante para que os ajustes, com base no respeito e na ética, aconteçam da maneira esperada.
A Lava-Jato é uma das operações de combate ao crime mais bem-sucedidas da história. Surgiu da determinação de uns poucos magistrados de tentar derrotar a corrupção que há décadas, senão há centenas de anos, torna o Brasil um país frágil e que dá mais certo na teoria do que na prática. O trabalho heroico de nomes como Sérgio Moro, Deltan Dallagnol e tantos outros merece e é reconhecido pelas pessoas que, com trabalho e seriedade, unem-se na construção de um País melhor.
Mas como se percebe, vencer as amarras do passado, das benesses e das barganhas não é exatamente um exercício simples. A resistência mais dura e corrosiva vem do lugar menos provável, daquele que deveria ser o guardião da Constituição, das leis e, principalmente, do clamor das pessoas de bem que, com trabalho e dinamismo, constroem a nação. O Brasil não pode e não vai abrir mão dos avanços que obteve nos últimos anos, que colocou nomes de peso da política nacional e grandes tubarões dos negócios na cadeia.
Fazer do Brasil um país melhor exige sacrifícios, todavia é injusto que sejam sempre os mesmos que entrem na fila da penitência. Os que estão no andar de cima também precisam dar a sua parcela de colaboração, estadismo e amor à nação. No entanto, esses sentimentos, na sua forma mais pura e essencial, estão distantes da maioria dos barões do poder, como ocorreu em votações recentes que colocaram a Operação Lava-Jato em dificuldades. O fim da prisão em segunda instância, para favorecer criminosos do colarinho branco, foi uma atitude lamentável e que mantém ainda mais sóbrios aqueles que querem e confiam em um Brasil diferente.
O ano de 2020, se pelo lado da economia traz grandes expectativas, vai exigir muito mais das entidades e das pessoas que revestem a alma de verde e de amarelo. Que as realizações de 2019 e o espírito de fraternidade da maior festa cristã da terra nos encha de otimismo, de coragem e de persistência, porque é delas que vamos extrair a resiliência necessária para, um passo por vez, conduzir o Brasil pelas sendas da justiça, honestidade e prosperidade.

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