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CACB articula reunião com a Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade

quarta, 09 de janeiro de 2019
CACB

Empossados nesta terça (08), os seis secretários da Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade (Sepec) reafirmaram o novo marco de uma fase de diálogo, com foco em uma economia mais desenvolvida. O secretário especial Carlos Alexandre da Costa lembrou que “está na hora de dar valor a quem produz e destruir as barreiras que dificultam a produtividade no País. O presidente da CACB, George Pinheiro destacou o trabalho que a Sepec se propõe a fazer enfatizando que beneficia diretamente as micro e pequenas empresas brasileiras: “É um discurso novo, com o qual estamos de acordo, e uma tendência de desenvolvimento, de um país que prega liberdade econômica e de empreender. O presidente da CACB lembrou que “estamos prontos e aptos para continuarmos levando empreendedorismo, crédito e novas tecnologias aos nossos empresários”, que articula uma reunião com os representantes da Sepec para discutir as primeiras ações da equipe.

O secretário Carlos Alexandre enfatizou que tem a responsabilidade de coordenar a transição para a simplificação para o estabelecimento de quatro secretarias, além da especial e da adjunta. “Temos especialistas renomados em cada uma das áreas. Pessoas que se destacaram pelo seu trabalho, disciplina e patriotismo, e que se esforçaram para levar a diante medidas que tornassem as empresas brasileiras capazes de gerar empregos”, pontuou.
Líderes das Secretarias

Cario Megale ficará responspavel pela Secretaria de Desenvolvimento da Indústria, Comércio, Serviços e Inovação. Ele descreveu a nova fase como uma tendência para reduzir cargos de comissão e para tornar mais eficiente a máquina pública. “A meta dessa secretaria é o diálogo e a interlocução do setor privado com a indústria e com o setor de comércio e serviços. Assim, poderemos identificar as travas e particularidades regionais para tornar, de forma horizontal, a economia brasileira mais eficiente. A melhor maneira de estimular a atividade produtiva é deixando os mercados funcionarem”, afirmou.
César Mattos, que assume a Secretaria de Advocacia da Concorrência e Competitividade, explicou que a mentalidade do setor público deve mudar: “A pergunta que fazemos hoje é ‘por que não regular?’. É preciso realizar um processo de amadurecimento institucional que preze pelo amadurecimento das instituições pró-empreendedorismo”.
Diogo Mac Cord, empossado como Secretário do Desenvolvimento e Infraestrutura, disse que o foco da SDI será o planejamento baseado na racionalidade econômica a longo prazo, que, segundo ele, foi negligenciado nos últimos governos.
Fernando de Holanda Barbosa Filho, secretário de Políticas Públicas para o Emprego, citou o foco no capital humano e a criação de uma iniciativa de planejamento, execução e avaliação dos programas de treinamento do governo: “Temos um histórico grande no país de boas ideias sendo colocadas em práticas, mas que não são avaliadas corretamente. Não avaliar a efetividade de um programa em treinar o trabalhador que está desempregado diminui sua chance de arranjar um emprego. Nesse sentido, nossa secretaria fará uma análise dos programas que estão em andamento e irá se debruçar em desenhar programas de treinamento e capacitação que possam ser avaliados imediatamente e que levem em consideração mudanças de perfil no mercado de trabalho”.
Já, Igor Cavet, nomeado como Secretário Adjunto da Sepec, avalia a equipe como bastante homogênea em seus objetivos: “Pela primeira vez temos uma formação institucional que eu considero instigante, porque temos, dentro do mesmo governo e da mesma estrutura de ministérios, várias áreas que até então estavam dispersas na Esplanada. Temos o mesmo caminho a trilhar. Essa formação visa a beneficiar os nossos trabalhadores e empreendedores”.
“Menos Brasília, mais Brasil”

O Secretário Especial falou sobre o papel do servidor público: “É essencial que incorporemos o significado da expressão ‘servidor público’. A sociedade está no centro de tudo, não o governo. O líder lembrou  a importância dos organismos internacionais, como o Banco Mundial e o BID, além de entidades de representação empresarial brasileiras como as Associações, Federações e Confederações, como a CACB e a Confederação Nacional da Indústria (CNI). O discurso do Secretário girou em torno do tema”Menos Brasília, mais Brasil”, chamando atenção para a necessidade de reverter os problemas causados pelo Estado que possam prejudicar a atividade produtiva das empresas.

Texto: Joana de Albuquerque

Fotos: divulgação

Fonte: cacb.org.br