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Fomento Paraná e SGC Central discutem melhorias em processos de financiamento

quarta, 19 de junho de 2019

A Fomento Paraná e a Sociedade Garantidora de Crédito SGC Central se reuniram nesta terça, 18, em Curitiba, para trabalhar em uma reaproximação entre as entidades e promover adequações e melhorias para integrar processos e assim ampliar a oferta de crédito para micro e pequenas empresas no estado.


O diretor administrativo e financeiro da SGC Central, Marco Rothe e o coordenador de Acesso a Serviços Financeiros do Sebrae/PR, Flávio Locatelli Junior, foram recebidos pelos diretores de Mercado, Renato Maçaneiro, de Operações do Setor Privado, Wellington Dalmaz, e a diretora Administrativa e Financeira, Mayara Puchalski, com representantes das respectivas equipes.


Renato Maçaneiro afirma que a reaproximação entre as entidades é necessária porque as SGS são parceiros fundamentais para viabilizar o crédito ao empreendedor. “Nesse momento pudemos conhecer as melhorias que a SGC Central tem feito nos processos das SGCs singulares. Agora vamos trabalhar nosso processo interno para construir uma nova forma de operar, mais ágil, a partir de um valor limite, que vamos definir”, detalhou. “A ideia central é diminuir prazo de concessão do crédito, com isso diminuir custo ao tomador final e ter agilidade no atendimento, na definição do crédito”.


Segundo Marco Rothe, o grande avanço foi a retomada dos processos entre a Fomento Paraná e as SGCs do Paraná buscando uma padronização de ações. “Com isso, quem tem o maior ganho é o empresário, na ponta, que vai ter mais celeridade, com uma concessão de garantia de qualidade e uma concessão de crédito que atende à necessidade de urgência dele para atingir seus objetivos”, explica.


No Paraná as sociedades garantidoras de crédito possuem aproximadamente 7.300 empresas associadas, que atendem a 245 municípios, com um montante de garantias que soma R$ 430 milhões em operações de crédito, sendo desse volume garantidos R$ 233 milhões. O maior público é o empreendedor individual e a microempresa, que é, em geral, quem tem mais dificuldade em obter acesso ao crédito e poder prestar uma garantia. “Nosso trabalho é realmente para atender àquele empresário que tem a maior necessidade de recursos”, afirma Rothe.


Hoje uma das principais dificuldades para a micro e pequena empresa em levantar recursos com taxas mais atrativas é a falta de garantias. Então, as SGCs surgiram para cobrir a lacuna entre o agente financeiro e a empresa, para que ela consiga obter taxas competitivas e melhor resultado no fluxo de caixa e automaticamente em seus investimentos. Com isso as Sociedades Garantidoras vem se tornando uma das principais formas de dar segurança ao mercado de crédito.


Para a Fomento Paraná essa parceria é fundamental para viabilizar o acesso ao crédito para aqueles tomadores que não possuem um avalista próximo e também nos municípios muito pequenos, onde o microcrédito está muito bem disseminado e por isso o tomador já não encontra mais opções de aval. “Então essa é uma opção rápida, barata, com baixo custo operacional para a Fomento Paraná, e que permite definir o crédito de maneira ágil”, conclui Maçaneiro.

Fonte: fomento.pr.gov.br