Executivos de coordenadorias da Faciap participaram na quarta-feira, 10, de um encontro presencial inédito no Paraná, realizado na Caciopar, em Cascavel. A reunião marca um novo tempo no processo de fortalecimento dessas estruturas, fundamentais para o funcionamento da Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado, uma das principais entidades do setor produtivo no Brasil. “Temos, mensalmente, encontros online, mas esse foi o primeiro presencial, e estamos muito felizes porque os executivos tiveram a oportunidade de conhecer em Cascavel, o berço da maior e mais antiga das 12 coordenadorias da Faciap”, comenta a gerente da Caciopar, Rosane Schulz Ferreira.
Os trabalhos foram conduzidos pela Consultora Iraci Mataczinski com a colaboração do gestor de Relacionamentos com as Aces da Faciap, Renê Terezin, e da gestora de Relações Governamentais, Helena Sperandio. Em um primeiro momento, os presentes conheceram mais sobre história e funcionamento da Caciopar, que acaba de comemorar 50 anos de atividades e foi a base para o gradual surgimento das outras coordenadorias atualmente em atividade. O vídeo institucional originalmente exibido em 10 de abril, durante o auge da programação do cinquentenário da Caciopar, abriu espaço para uma reflexão sobre o que as entidades coirmãs podem aprender com essa trajetória.
Depois da apresentação da metodologia de trabalho, de pesquisa/desafios e temas e também de debate sobre gestão, a pauta abriu espaço para uma discussão com foco institucional, conexão entre Faciap, coordenadorias e associações que representam. O dia de trabalho também permitiu diálogos sobre relação governamental, associativismo e questões comerciais. Iraci compartilhou que encontros nesse formato constroem soluções coletivas e definem ações para cada coordenadoria.
Um mapa amplo e detalhado destacou a importância que essas estruturas organizacionais assumem no movimento empresarial paranaense. Quatro palavras são os fios condutores desse debate: integrar, representar, desenvolver e conectar. A Coordenadoria está no centro de um mecanismo virtuoso e transformador, conforme a consultora, capaz de, ao disseminar boas práticas, fortalecer empresas e ampliar as possibilidades de êxito de comunidades inteiras.
Pertencimento
Um dos pontos mais importantes do encontro teve como largada a seguinte frase: Como aumentar o sentimento de pertencimento e participação das Aces e lideranças? As análises seguiram com considerações sobre como garantir continuidade mesmo com mudanças de equipe, quem e como são preparadas as pessoas que terão por responsabilidade liderar o sistema associativista no futuro e como transformar o planejamento estratégico em ferramenta prática de gestão.
Também mereceu atenção especial diálogo sobre como melhorar conexões no sistema e sobre como o movimento está ocupando os espaços de influência e decisão nas diferentes regiões do Paraná. A Lei Municipal do Associativismo em fase de tramitação em várias cidades do Paraná, fazedo parte das ações da semana do associativismo que será de 13 a 17/07/26 e outros aspectos do cotidiano das entidades também estiveram em discussão, como IA, conselhos da mulher e do jovem empresário, finanças e serviços.
Associativismo
Renê afirmou que o associativismo é a força que une empresários, dá voz às demandas coletivas e impulsiona o desenvolvimento econômico e social do Paraná. A Faciap e as 12 Coordenadorias do Estado representam milhares de empresas, promovem networking, reduzem custos, fortalecem a imagem dos negócios e criam competitividade. Juntos, empresários e associações constroem soluções, influenciam políticas públicas e transformam comunidades, mostrando que a cooperação é o caminho para crescimento sustentável e impacto positivo.
Relações Institucionais e Governamentais
A gestora de Relações Institucionais e Governamentais Faciap, Helena Sperandio, fez um apanhado das principais ações da RIG. Ela apresentou os seguintes tópicos: objetivo: atuação em prol dos empresários; interlocução com os poderes executivos e legislativos estadual e federal; mapeamento dos stakeholders para melhor atuação em cada pauta; monitoramento e análise técnica de projetos de lei; elaboração de minutas de projetos, emendas, e estudos técnicos que embasam a interlocução com deputados, senadores, secretários de Estado e outras autoridades.
Crédito: Assessoria

